COOPERAÇÃO AMBIENTAL ENTRE EMPRESAS VISTA COMO MOTOR DE COMPETITIVIDADE

A cooperação entre as unidades empresariais e os polos de investigação do território, com especial destaque para os centros da Universidade do Minho, é uma forma das empresas beneficiarem do avanço científico para aumentarem a sua competitividade, considerou Domingos Bragança, Presidente do Município de Guimarães, durante a realização do primeiro Conselho Consultivo para o Investimento e Emprego deste mandato. 

“Para competir e estar na vanguarda, a inovação é fundamental, bem como o aumento do índice cooperação ambiental entre as empresas”, fez questão de frisar. O Presidente da Autarquia lançou a ideia da criação de um eco-parque industrial que possa beneficiar da evolução tecnológica aplicada à salvaguarda do ambiente e à sustentabilidade. Foram referidos exemplos como a Academia de Ginástica ou as Brigadas Verdes, mas também do que se pretende fazer no futuro: o projeto de reflorestação da montanha da Penha, o desnivelamento da rotunda de Silvares e o fechamento da circular urbana.