A têxtil-lar Sampedro, empresa Guimarães Marca, investiu recentemente mais de dois milhões de euros na criação de uma central de biomassa com o objetivo de reduzir em 65% a pegada carbónica. Procedeu também à implementação de um sistema de permuta, que substitui a queima direta de gás por vapor de água, avançou Simão Gomes.
Em entrevista à Mais Magazine, o administrador admite ainda ter feito outros investimentos no sentido de renovar as áreas de produção, desde a preparação aos acabamentos, tecelagem, tinturaria e estamparia, que somadas, nos últimos anos rondam os 15 milhões de euros.
A empresa começou como fabricante de tecidos de linho para a confeção de lençóis e atoalhados em 1921. Com os anos alargou a oferta ao algodão, poliéster e felpos, sendo atualmente uma referência de exportação neste segmento. 93% da sua produção destina-se à exportação, tendo como principais mercados o Reino Unido, Estados Unidos, Suíça, Espanha, Itália, Suécia e Holanda.
“Somos uma grande família a trabalhar arduamente para mais 100 anos de sucesso”, disse o CEO mostrando-se orgulhoso com um século de história. “Somos uma empresa que gera negócio e riqueza para o país, que privilegia o pequeno cliente e a venda personalizada em detrimento da venda em massa”, acrescentou Simão Gomes.
Alicerçada nos valores de inovação, solidez, integridade e sustentabilidade, a Sampedro espera continuar a ser uma imagem de marca na roupa de cama. Nos planos para o futuro estão: o ataque na novos mercados internacionais, dar continuidade ao projeto de modernização do parque tecnológico, investimento em novas unidades produtivas e em modelos de racionalização energética.
In: Jornal T